Vivendo com modelos mentais
Por: Sandra Barros, Graduada em Psicologia pela Unip
e mestre em administração de empresas (EASP/FGV, 2000).
Coach Consultora Associada Ascend Vivendo com modelos mentais Modelos mentais são imagens, pressupostos e estórias que trazemos em nossas mentes acerca de nós mesmos, de outras pessoas, das instituições (casamento, família, filhos, igreja, entre outras) e de diversos aspectos do mundo e da vida. Constituem verdadeiros “mapas mentais” cognitivos com os quais navegamos pelos diversos ambientes de nossas vidas. Esses modelos nos levam a perceber e enxergar fatos, experiências, pessoas sob suas lentes. Na maioria das vezes reproduzimos sentimentos e emoções a partir dos mesmos.
São alimentados por valores e crenças que aprendemos desde a nossa infância, estendendo-se ao longo das nossas vidas. A possibilidade de vivermos satisfeitos, livres, e aproveitando o que nos acontece existe. Ocorre que os modelos mentais não nos permitem agir e viver dessa forma. Funcionam com barreiras e defesas à experiência do “aqui e agora”. Vivemos o passado. Alimentamos o passado. Funcionamos dessa forma grande parte da vida. Quanto tempo você experimenta e usa seus modelos mentais para impedir a oportunidade de viver, de ser livre de idéias preconcebidas? Já pensou nisto? Vivemos em prisões psíquicas construídas por nós mesmos.
Na área da Psicologia, o termo modelo mental refere-se tanto aos mapas tácitos semipermanentes do mundo que as pessoas retêm em sua memória de longa duração como às percepções de curto prazo que as pessoas constroem como parte dos seus processos diários de raciocínio. Os modelos mentais se expressam e manifestam por meio da linguagem (Angeloni, 2003). Se a linguagem é polissêmica (apresenta diferentes significados, meios de expressão e alterações semânticas) e ambivalente, estamos com o desafio pela frente. Não é a toa que as pessoas não se entendem. Cada um fala uma coisa, baseado no seu modelo.
Modelos mentais são imagens, pressupostos e estórias que trazemos em nossas mentes acerca de nós mesmos, de outras pessoas, das instituições (casamento, família, filhos, igreja, entre outras) e de diversos aspectos do mundo e da vida. Constituem verdadeiros “mapas mentais” cognitivos com os quais navegamos pelos diversos ambientes de nossas vidas. Esses modelos nos levam a perceber e enxergar fatos, experiências, pessoas sob suas lentes. Na maioria das vezes reproduzimos sentimentos e emoções a partir dos mesmos.
São alimentados por valores e crenças que aprendemos desde a nossa infância, estendendo-se ao longo das nossas vidas. A possibilidade de vivermos satisfeitos, livres, e aproveitando o que nos acontece existe. Ocorre que os modelos mentais não nos permitem agir e viver dessa forma. Funcionam com barreiras e defesas à experiência do “aqui e agora”. Vivemos o passado. Alimentamos o passado. Funcionamos dessa forma grande parte da vida. Quanto tempo você experimenta e usa seus modelos mentais para impedir a oportunidade de viver, de ser livre de ideias preconcebidas? Já pensou nisto? Vivemos em prisões psíquicas construídas por nós mesmos.
Na área da Psicologia, o termo modelo mental refere-se tanto aos mapas tácitos semipermanentes do mundo que as pessoas retêm em sua memória de longa duração como às percepções de curto prazo que as pessoas constroem como parte dos seus processos diários de raciocínio. Os modelos mentais se expressam e manifestam por meio da linguagem (Angeloni, 2003). Se a linguagem é polissêmica (apresenta diferentes significados, meios de expressão e alterações semânticas) e ambivalente, estamos com o desafio pela frente.
Não é a toa que as pessoas não se entendem. Cada um fala uma coisa, baseado no seu modelo, que o outro não conhece, e quer que o outro entenda. E geralmente não fazemos qualquer esforço por conhecer nossos modelos, suas motivações (interesses), e muito menos por deixá-los de lado ou favorecermos a possibilidade da construção de experiências novas, atualizadas ao momento que estamos vivendo. E vivemos brigando, criticando, construindo momentos de conflito, querendo que os nossos modelos ditem as regras de convivências, e deixando a vida passar. Quais são os seus modelos mentais? A que servem? Pare, respire e olhe. Seja você por um instante.
Geralmente não fazemos qualquer esforço por conhecer nossos modelos, suas motivações (interesses), e muito menos por deixá-los de lado ou favorecermos a possibilidade da construção de experiências novas, atualizadas ao momento que estamos vivendo. Vivemos brigando, criticando, construindo momentos de conflito, querendo que os nossos modelos ditem as regras de convivências, e deixando a vida passar. Quais são os seus modelos mentais? A que servem? Pare, respire e olhe. Seja você por um instante.
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